Brincadeiras

 

Muitos pesquisadores têm buscado através de pesquisas em objetos, fotografias e pinturas a origem dos brinquedos. Alguns museus têm exemplares de brinquedos encontrados em escavações em diversas partes do mundo, oriundos de épocas bastante remotas. Com os dados encontrados, é possível tentar interpretar e explicar o fenômeno brinquedo e o ato de brincar no contexto histórico dos diversos grupos sociais.
No contexto folclórico o brinquedo popular é peça fundamental para o desenvolvimento intelectual e coordenação motora da criança.
O brinquedo artesanal nunca deixou de ser fabricado, principalmente nas regiões mais pobres do Brasil, onde o artesanato é o meio de subsistência da maioria da população.

Bodoque Bois de Sabugo Bonecas
Bilboquê Cata-Vento
Corda de Pular Elástico
Fantoches
Jogo da Velha Pandorga Perna de Pau Peteca
Pião Roncador Tropa de Osso Tampa de Garrafa Telefone sem Fio
Trapézio de Palhaço       


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Arco e Flecha - Usado pelos meninos indígenas para caçar passarinhos. O arco foi uma arma que serviu durante muitos séculos para os nossos antepassados caçarem e para fazerem a guerra.. Para brincar com o arco colocamos um alvo numa parede a cinco metros de dist6ancia do arqueiro e fazendo pontaria, esticamos o braço e ao larga-lo de forma repentina a flecha vai com muita velocidade em direção ao alvo.

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Arco e Trava - Origem indígena, onde os meninos faziam correr uma argola de tamankurá com o auxílio de um bastão, iam de um lado para o outro, mas com puçá criatividade. Consiste em fazer rolar um arco de barril ou um pneu de bicicleta por meio de um cabo de arame ou um pedaço de pau.
 

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Arapuca - Armadilha pra apanhar pássaros pequenos , feita de pauzinhos, geralmente de taquara, cada vez mais curtos, dispostos em forma piramidal. Arma-se com um haste de ponta fina que fica suspensa e presa pelo barbante com uma espiga de milho fixa na extremidade, embaixo da arapuca. Quando o pássaro vem comer, a arapuca desarma e ele fica preso.
 

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Aviãozinho de Lata - Feito de lata de azeite recortada. Amarrado com um barbante longo, na ponta de uma taquara comprida. Brinca-se fazendo-o girar no céu.
 

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Bilboquê - A técnica do jogo se reduz a encaçapar no pau sustentado com firmeza na mão, a bola, ou a que se imprime movendo para cima, isto requer uma prática e educação da vista.

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Bodoque - Origem indígena. Também chamado de atiradeiras ou estilingues pelas crianças gaúchas, era usado para tiro ao alvo , caça de passarinho, etc. Feita com uma forquilha de árvore e duas tiras de borracha, um pedaço de couro cru e quatro tiras pequenas de borracha para amarrar.

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Bois de Sabugo - Brinquedo tradicional do pampas gaúchos. Cortam-se os sabugos ao meio e colocam-se as pernas e as aspas com pequenos pedaços de gravetos.
 

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Bola de Meia - A bola de meia surgiu da meia usada pelo homem, sem furo, de preferência de algodão.Enche-a a meia de papel , de preferência de jornal amassado, dando forma de bola. Depois é só colocar a bola no campo, e viver a emoção de jogar um futebol.
 

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Bolinha de Gude - As bolinhas de gude são o jogo por excelência dos guris de qualquer idade. Diversas modalidades de jogo são praticadas, entre elas o Bocó ou Imba, o triângulo, a circunferência etc, que podem ser as "veras ou as deva , e as brinca".

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Carrinho de Lata - Brincadeira muito popular no interior do Rio Grande do Sul. Faz-se um furo no fundo de uma lata e outro na tampa. Passa-se um fio entre eles e enche a lata de terra ou areia.
 

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Cata-Vento - De catar o vento. Imitação infantil dos aparelhos meteorológicos destinados a determinar a velocidade e a direção dos ventos.

 

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Chocalho - Os primeiros chocalhos surgiram no Egito por volta de 1360 A.C. Vários deles podem ser vistos em museus, com formatos variados: de pássaros, porcos, ursos, etc. Artesanalmente faz-se com uma lata de refrigerante, onde coloca-se feijão, milho, arroz (dependendo do som que se quer fazer). Fecha-se a ponta para que não caia os grãos.

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Galo de Lata - Feito com uma lata pequena, sem tampa, comum furo no centro do fundo da lata para fixar o cordão encerado com cera de abelha. Conforme puxar o cordão o "galo"canta.

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Hélice - Feita de madeira ou de papelão, onde a criança gira e solta no ar.

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Bonecas - As bonecas estiveram presentes em todas as civilizações. Em cavernas pré-históricas de diversas partes do mundo, foram encontradas pequenas bonecas esculpidas em pedra. No Brasil, enquanto as crianças da corte brincavam com bonecas importadas, a bruxinha de pano, de indústria doméstica, precária e tradicional adquiriu forma entre as crianças pobres, tornando-se documento expressivo da Arte Popular, indicando as preferências por determinadas cores, feitios de trajes, tipos humanos, índices de seleção indumentária na sua região de origem.
Este é um brinquedo folclórico que ,como os demais, atende de forma mais completa às necessidades da criança estimulando o instinto materno, a ternura e a inocência infantil desde a sua fácil confecção até o seu descompromissado manuseio.

Bruxa de Pano Boneca de Lã Boneca de Palha Boneca de Pano Boneca de Porcelana

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Bruxinha de Pano - Sobreviveram nos lares onde as gerações mais antigas ensinam as mais jovens, fazendo assim com que esta arte se perpetue no tempo. Podem ser feitas pelas avós, mães, tias ou também pelas próprias meninas.

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Boneca de Lã - Para a confecção é preciso lã grossa , retalhos, fitas, botões, lã pra enchimento, linha e agulha

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Boneca de Palha - Típica dos municípios que produzem muito milho,como Encruzilhada do Sul. A boneca de palha é totalmente artesanal. Para confecciona-la usa-se palha, o cabelo do milho, carvão e canetas coloridas para os olhos , nariz e boca.

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Boneca de Pano - Normalmente industrializada, feita com panos ou feltros (para a cabeça), lã, agulha e linha.

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Boneca de Porcelana - Feita com pano liso, linha, agulha, algodão, tesoura, feltro, lã, cola branca, botões, tecido colorido, cabeça de porcelana.

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Cinco Marias - Aqui conhecemos como cinco marias, e aparece em pedrinhas ou em saquinhos de tecido com enchimento ou grãos de qualquer cereal. No exercício das jogadas, existem várias provas e vencer , cuja seqüência nem sempre é a mesma. Joga-se somente com uma mão , (geralmente com a direita). Se um participante errar, passará a vez ao próximo.

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Corda de Pular - O jogo de pular cordas tanto pode ser executado por uma como por tr6es crianças trilhando e uma terceira ou mais pulando. As demais colocam-se em fila, aguardando sua vez de pular.

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Elástico - A partir de uma brincadeira de corda, uma pessoa achou interessante e resolveu fazer do elástico um brinquedo. Usa-se um elástico em forma de liga. Começa o jogo quando duas crianças entram no elástico e o conservam à altura dos tornozelos e pernas separadas. Uma criança pula o elástico realizando uma série de provas.

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Dobradura - proveniente da China, esta é uma das brincadeiras mais fáceis e divertidas entre as crianças há muitos anos. Feito a partir de um quadrado de papel, dobra-se na diagonal formando um triângulo. Abre-se o quadrado e dobra-se as quatro pontas soltas formando uma caverninha, onde se colocam os dedos polegar e indicador, onde se criam várias figuras como o barco, o chapéu, o cachorrinho, o céu-inferno.

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Ioiô - Inventado na China no século XVIII, o Ioiô vem de pais em país trazendo a fama e mania co muito sucesso e cada vez que passa nunca mais é esquecido. O Ioiô tem uma espécie de carretel, que faz subir e descer por meio de um cordão que lhe imprime movimento de rotação.

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Jogo de Tampinha de Garrafa - As tampinhas de garrafas fica de boca para cima. Bate-se com uma lasca de pedra na beirada, um guri de cada vez. Quem embocar ganha a tampinha.

 

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Jogo da Velha - Jogo de dois participantes, que se desenvolve sobre um traçado básico, formado por dois pares de linha paralelas que se cortam criando nove casas. Os adversários que alternam nas jogadas tentam ocupar três casas sucessivas em qualquer um dos sentidos.

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Móveis de Caixa de Fósforo - São muito delicados. Forrados muitas vezes pelas mães ou avós que criam uma verdadeira casa completa em miniatura. Enquanto brincam em sua casinha, as meninas vão recitando versinhos folclóricos.

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Pandorga - Há mais de tr6es mil anos os chineses desenvolveram o aparato de bambu e seda conhecido como pipa. Gengis khan usava como meio de comunicação com as tropas. Também conhecido como papagaio ou pipa, é um brinquedo feito de papel de seda, esticado por meio de talas de taquara, com rabo feito co tiras de pano fino, preso a uma linha, que os guris costumam empinar, principalmente em agosto mês de muito vento.

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Perna de Pau - É m brinquedo universal. Consta de duas hastes de madeira, cada uma comum pedaço de tábua como se fosse um degrau. Comospés apoiados nos degraus das hastes e as aos segurando a parte superior da perna de pau equilibradas, as crianças andam,crescendo, assim, de tamanho.

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Peteca - feita de palha de milho, uma pedrinha e penas de galinha. Estas devem ser em números pares par melhor equilíbrio.

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Pião - O pião é um brinquedo, de madeir, cônico ou piriforme, feito emtorno, de tamanho, formato e denominações diferentes, tendo o ápice umaponta de ferro afiada, que serve de pé.

 

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Roncador - Para monta-lo enfia-se um cordão duas vezes em um botão e amarra-se as pontas. Estas são enfiadas nos dedos polegares e centralizando o botão na linha faz-se movimentos giratórios, enrolando-os Ao puxa-lo ele ronca.

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Telefone sem Fio - Pegue duas latinhas e fure-as com o prego no fundo. Corte um pedaço de barbante de aproximadamente 1 metro, enfie nos furinhos das latinhas e dê um nó em cda ponta. Mantenha o barbante esticado durante a brincadeira. Não coloque nada em contato como barbante, senão o som não sairá na outra latinha.

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Trapézio de Palhaço - Usando a sua imaginação e a habilidade para o trabalho manual, as crianças faziam com pedacinhos de madeira, cordão e palhacinhos desenhados empapelão e recortados, lindos trapézios, que,com uma simples paertadinha na parte inferior do trapézio os palhacinhos faziam muitas piruetas.

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Jogo de Damas - Surgiu na Europa Medieval, sem que possa precisar local e data. É descendente do Alquerque (jogo que tem trilha como uma de suas variantes), de quem herdou a captura ao pular uma peça do adversário. Damas não é simplesmente um jogo, mas uma família de jogos aparentados que apresentam variações históricas e regionais.

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Escravo de Jô - Cantiga generalizada no Rio Grande do Sul, aparecendo como forma de jogo ou passeio. Crianças sentadas no chão em círculo ou ao redor de uma mesa, um objeto (pedrinha, caixa de fósforo ou sementes). As crianças vão entoando a cantiga, marcando os tempos fortes, passam o objeto de uma para a outra, no sentido dos ponteiros do relógio. Somente na parte onde dizem 'zigue-zá"o objeto é passado na direção contrária, retomando-se logo a seguir, à primeira direção. Quem erra cai fora. Os últimos dois serão os vencedores


Letra - Escravo de Jô / Jogavam caximbó/ Tira, bota,/ Deixa o Zé Pereira / Que se vá. / Guerreiros com guerreiros/ Fazem zigue-zigue-zá.

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Fantoches - Este tipo possui corpo de tecido, vazio, que o manipulador veste na mão, ele encaixa os dedos na cabeça e nos braços para movimentá-los. A figura é vista só da cintura para cima e geralmente não tem pernas. A cabeça pode ser feita de madeira. Papier-maché, ou borracha, as mãos são de madeira ou feltro.

 

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Tropa de Osso - Esta é a mais autêntica manifestação do folclore gauchesco e acha-se circunscrita à área rural do Rio grande do Sul. O menino gaúcho junta ossos de animais que são carneados para a alimentação das casas, ou mortos no campo, - ovelhas, bois, cavalos, depois que o tempo os limpou e purificou através do sol e chuvas. Cada ossinho, semente ou objeto, representa um tipo de animal, por isso o guri recolhe a maior quantidade possível.

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Amarelinha – Antes de tudo é necessário fazer no chão os números de 1 a 10.

Fique no espaço “Céu” e jogue a pedra no número 1. Pule as outras casas com um pé só até chegar ao “Inferno” ou “Terra” . Em caso de duas casas, pule com um pé só em cada casa. Volte também pulando com um pé só, pegue a pedra e volte ao “Céu”. Repita o procedimento com os outros números.
Material utilizado – Giz para riscar o chão e uma pedra para jogar. Cada jogador poderá ter a sua.
Número de participantes – Mais de duas pessoas.

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